Fim das eleições 2014 nas urnas, mas parece que para os tucanos, o ódio e rancor pelos resultados, os movem contra a democracia, contra a ética e contra o povo, pois alguns atos irão prejudicar somente o povo.

O mais recente episódio, está ocorrendo em Minas Gerais. Após o Estado dar um basta no governo psdbista, que já perdurava por 12 anos, elegendo Fernando Pimentel (PT) logo no primeiro turno, ações começaram a se desenvolver no governo mineiro, com um discurso que essas ações eram precisas, mas que no fundo sabemos que o intuito principal é prejudicar as receitas do próximo governo, visto que as contas virão para ele.

Acontece, que após as eleições, foram publicadas 54 licitações que serão realizadas até o fim do ano, ou seja,em menos de 50 dias. Juntas, as obras, que diga-se de passagem não são de caráter emergencial, são de caráter de manutenção e assim poderiam ter sido realizadas anteriormente, somam R$ 692,6 milhões. 

Um dos certames foi marcado para o penúltimo dia do governo, 30 de dezembro. Geralmente, o setor público entra em recesso em 20 de dezembro, já o governo de Minas, excepcionalmente nesse ano de 2014, estará realizando licitações há 2 dias do início de um novo governo.

Um levantamento realizado pelo jornal mineiro O TEMPO, mostra que 43 concorrências foram publicadas pelo governo de Minas, após o dia 5 de outubro, data das eleições no primeiro turno para governador. Além disso, o prazo dos contratos desses processos tem previsão de 36 meses, ou seja, terminarão após mais da metade do governo de Pimentel.

Além dessas licitações “emergenciais”, foram anunciados após as eleições de outubro, aumento a todos os servidores estaduais.

Infelizmente, coisas que poderiam ser feitas no decorrer desses 12 anos de administração, estão sendo feitas as pressas, em final de mandato e que ainda podem prejudicar o próximo governo.

Tomara que o próximo governo consiga contornar essa situação e que nós mineiros não paguemos as contas no final, pelo fato da honestidade, transparência, amor por Minas ficarem apenas nos comerciais do Governo de Minas.


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