Você sabe o que é sepse?

Por Ana Carolina Amorim

Comemorado anualmente em 13 de setembro, o Dia Mundial da Sepse tem o objetivo de alertar e informar sobre uma das doenças que mais mata no país. Conhecida antigamente como septicemia ou infecção no sangue, a sepse é uma resposta desregulada a uma infecção,  levando a disfunção de órgãos.

Segundo o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), essa doença é uma das principais causadoras de custos em hospitais públicos e privados no país.  Estima-se que no Brasil ocorra cerca de 400 mil casos por ano, com mais de 240 mil óbitos.

Para a infectologista e coordenadora do Serviço de Controle de Infecções Hospitalares do Hospital Santa Genoveva, Astrídia Fontes, a sepse, em estágios iniciais, pode ser confundida com outras doenças. “Se detectada tardiamente, os sintomas podem se agravar e levar à disfunção múltipla de órgãos e, consequentemente, à morte”, disse.

Ainda de acordo com o ILAS, pesquisas do Instituto apontam que 30 a 40% dos casos confirmados de Sepse acontecem em hospitais. Porém, cerca de 60 a 70% das pessoas desenvolvem a doença depois de serem contaminadas por vírus e bactérias, fora do ambiente hospitalar. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que ocorram 31 milhões de casos por ano, dos quais seis milhões chegam ao óbito.

“É preciso ressaltar que a Sepse é um problema de saúde mundial e, quando diagnosticada precocemente pode ter resposta rápida, por exemplo, com o uso de antibiótico adequado. Ela pode ser evitada com a rotina de higiene adequada das mãos e, também, com vacinas, que é uma das formas de prevenção”, finaliza a médica.

Fonte: Prelo Comunicação
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Setembro Amarelo: uma campanha a favor da vida

Por Ana Carolina Amorim

Assunto pouco discutido, o aumento de tentativas do autoextermínio chama a atenção de especialistas. A meta da OMS é reduzir em 10% a mortalidade por suicídio até 2020.

O mês de setembro marca a luta contra um problema de saúde mundial considerado grave: o suicídio. Por vários anos evitava-se falar sobre isso. Era um assunto rodeado de tabus, o que não permitia enxergar quem estava mais vulnerável. A Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) alerta que o suicídio é responsável por uma morte a cada 40 segundos no mundo e é a segunda principal causa de morte entre as pessoas de 15 a 29 anos de idade.

Segundo dados da  Organização das Nações Unidas (ONU),mais de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano. Desse número, aproximadamente 65 mil casos acontecem anualmente em todo o continente americano.

No Brasil, de acordo com a  cartilha do Ministério da Saúde, cerca de 11 mil pessoas tiram a própria vida por ano. Confirmando essa estatística, o Hospital Santa Genoveva chegou a atender oito casos de pacientes que tentaram tirar a própria vida no ano de 2017 e, neste ano, de janeiro até o mês de agosto, já foram seis casos. Esses números foram apurados por meio de registros do serviço social do Hospital.

As causas mais comuns são em decorrência de transtornos mentais, como esquizofrenia e bipolaridade, bem como dependência química, alcoolismo e depressão. Mas, quando há mais de um transtorno associado, o risco de tentar contra a própria vida é maior. Para a psiquiatra do Hospital Santa Genoveva, Ana Carolina Chaves Alucio, ter pensamentos de morte como única saída frente a algumas situações de dor ou impotência extrema, é comum ao ser humano, mas definir se o fará ou não, envolve uma série de fatores biológicos, emocionais, culturais, filosóficos e religiosos. “É difícil definir o que leva uma pessoa a se matar. Acredito que não haja uma única causa, mas um conjunto de fatores que leva o indivíduo ao ato. Estudos sugerem que 90% das vítimas de suicídio tinham alguma doença mental, o que pode não ser determinante, mas expõe a pessoa a uma vulnerabilidade maior ao ato”, conta Ana Carolina.

Segundo a psiquiatra, existem alguns sinais que podemos observar quando o indivíduo está com intenção suicida. “A maioria das pessoas, antes de tentar tirar a própria vida, fala sobre isso com alguém e tem mudanças repentinas de hábitos e humor. Apesar de as mulheres tentarem mais o suicídio que os homens, são eles os que, majoritariamente, chegam às vias de fatos, pois utilizam meios mais agressivos e letais”, afirma Alucio.

“Estima-se que 50% das pessoas que suicidaram já haviam tentado anteriormente. Essa é uma questão de saúde pública grave. Demonstra o maior grau do sofrimento humano. É importante, cada vez mais, falarmos sobre esse tema, levarmos informação e, principalmente, solidariedade às pessoas”, finaliza a médica.

Fonte: Prelo Comunicação

Santuário de Romaria é o tema do quadro ‘Crônicas’

A fé é o sentimento que transforma a pequena Romaria, no Alto Paranaíba, em um das referências católicas do Brasil no mês de agosto. Centenas de milhares de fieis vão até a cidade celebrar Nossa Senhora da Abadia. A crônica de hoje é sobre o santuário que é lugar imponente, repleto de detalhes e é claro, cheio de fé.

Romeiros de Araxá viajam a pé para o Santuário de Nossa Senhora da Abadia em Romaria

Festa da santa faz com que fiéis cumpram promessas e agradeçam graças alcançadas.

MGTV mostra trajetória de fiéis para a cidade de Romaria pela BR-365

Para as pessoas que saem de Uberlândia são 90 quilômetros de caminhada. A BR- 365, principal via de acesso ao município, conta com pontos de apoio para que os romeiros consigam chegar à cidade. Este foi o último fim de semana antes do feriado de Nossa Senhora da Abadia.

Voluntários se unem em corrente do bem para prestar assistência aos peregrinos no trajeto para Romaria

Peregrinos recebem ajuda de voluntários em pontos de apoio durante caminho que precisam percorrer para o santuário de Nossa Senhora da Abadia.

Fonte: G1

Fiéis prestam homenagens à Nossa Senhora da Abadia em Romaria (MG)

Nesta quarta-feira (15) é o último dia das festividades em homenagem à Nossa Senhora. As missas acontecem durante todo o dia, de hora em hora.

Curiosidade sobre peregrinação até Romaria vira tema de pesquisadora de Uberlândia

Tema foi tese de doutorado de professora de Uberlândia. Histórias de fé, comércio local e até ‘prostíbulo sazonal’ durante festa religiosa são descritos no estudo.